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Tuesday, January 31, 2006

malmequer, bem me quer... muito, pouco ou nada...

cá estou eu com o meu malmequer na mão.... aquele gajo faz-me isto, andar de malmequer na mão, sempre a puxar petala a pétala... quando calha uma que diz "malmequer", logo aparece outra a dizer o contrário. E o contrário.
O meu amigo felipe não me ajudou, diz ele. Diz ele que o amor é um jogo e tal como num jogo deve-se jogar até ao fim, arriscar, não fazer batota, não deixar que ninguém nos estrague o jogo, que espreite as cartas do outro e revele logo como vai acabar. Não sei se diz isso por convicção se por preguiça, se me está realmente a esconder o trunfo e quer assistir de camarote a este jogo sem interferir.
Engraçado é, e já contei esta história à Jô, no dia seguinte a ver a primeira faísca nos olhos do C., ia para o trabalho a cavalo numa nuvem quando reparei numa carta no meio da João Crisostomo. Contei à Jô porque foi uma coincidência engraçada, quando a Carrie conheceu o Jack Berger encontrava cartas no chão. E se eu quiser parecer a maior GEEK à face da terra repito esta frase mais uma vez em voz alta.
Onde ia?
Uma carta perdida do baralho, de costas vermelhas e barriga pra baixo. Deixei-a estar... estúpida como estava, ainda me calhava um valete de copas e eu achava já ali que ia dar em casamento. Mas agora que penso... Era o jogo. Entrei no jogo sem saber.
Agora olha... ou aguento e continuo a segurar as minhas cartas, continuo sem saber que cartas segura ele, ou jogo ao "cinquenta-e-dois-apanha". Atiro o baralho pra cima da mesa e revelo tudo. Perco, claro. Porque nunca se deixa um jogo a meio, isso é "mau perder".
Ai. Que faço......?

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