Deixar ir...
Quando fui a Barcelona escrevi isto no avião! Era assim que me sentia!
Acho que se aplica agora... escreveria o mesmo no avião 6ª feira quando levantarmos voo para Milão...
Acho que é bom... entregar!
15/2/2004
Parti… Deixei vida por onde antes pisava… Dei de mim até à altura em que o avião levantou… Nessa altura fui com ele… A minha alma largou o que a prendia…
A âncora fica no Atlântico… Nada do que existe me faz pensar… Não quero sequer que faça… o que tiver que se resolver, resolver-se-à por si, por aquilo em que se consome, como uma “chama que precisa de oxigénio”…
Não quero alimentar nada… o que subsistir sem oxigénio é o que vale a pena!!!
As batalhas são tantas vezes infrutíferas quando pensamos que temos que as ganhar!.. Não tentamos aperceber-nos de pontos estratégicos, ou de motivações! Pulamos por cima de tudo, de todos… na maior parte das vezes sem entendermos que a conquista é a preparação para a “batalha” e não o facto de a ganharmos…
Entrego-me a este tempo, a esta cidade… o que tiver de se soltar, soltar-se-à… o resto resolverei depois… sem pressas, sem muito barulho ou racionalização…!
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